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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Jacarés podem ser a fonte de remédios para a AIDS


A última coisa que você quer fazer é expor uma ferida, até mesmo um arranhão da pele, a um ambiente cheio de micróbios. Então, considere que jacaré, que leva uma vida bastante violenta e vive em pântanos. Mas jacarés não são afetados por infecções da maneira você acha, eles têm uma imunidade natural em seu sangue.

Químicos em Louisiana- EUA descobriram que o sangue do jacaré americano com êxito pode destruir 23 estirpes de bactérias, incluindo as estirpes que se sabe serem resistentes aos antibióticos. Além disso, o sangue foi capaz de esgotar e destruir uma quantidade significativa de HIV, o vírus que causa a AIDS. O co-autor Lancia Darville da Louisiana State University em Baton Rouge acredita que peptídeos de fragmentos de proteínas dentro de sangue de crocodilo ajudam estes  animais a evitar infecções fatais. Tais peptídeos também são encontrados na pele de sapos e rãs, bem como em  dragões de komodo e crocodilos.Os cientistas imaginam que estes peptídeos podem um dia ser parte de medicamentos que forneceriam aos seres humanos a mesma proteção antibiótica.

Até agora, uma desvantagem tem sido identificada: os péptidos próprios são perigosas para os seres humanos em doses elevadas.


The last thing you want to do is expose a wound, even a small skin abrasion, to an environment crawling with microbes. Then consider the alligator, which leads a rather violent life and lives in swamps. But alligators don't succumb to infection they way you'd think -they have a natural immunity in their blood.
Chemists in Louisiana found that blood from the American alligator can successfully destroy 23 strains of bacteria, including strains known to be resistant to antibiotics.

In addition, the blood was able to deplete and destroy a significant amount of HIV, the virus that causes AIDS.

Study co-author Lancia Darville at Louisiana State University in Baton Rouge believes that peptides—fragments of proteins—within alligator blood help the animals stave off fatal infections.

Such peptides are also found in the skin of frogs and toads, as well as in Komodo dragons and crocodiles. The scientists think that these peptides could one day lead to medicines that would provide humans with the same antibiotic protection.

So far, one drawback has been identified: the peptides themselves are dangerous to humans in high doses.


terça-feira, 23 de setembro de 2008

SANGUE FRIO NA CABEÇA...

Bocejar resfria cérebro e melhora atenção
Bocejo é mecanismo usado para ativar a circulação e aumentar a concentração.
Em vez de preparar para o sono, na verdade, ele evita o sono.
Segundo um grupo de psicólogos americanos, o ato de bocejar resfria o cérebro para melhorar a concentração.
Assim sendo, em vez de preparar o corpo para dormir, o bocejo seria, na verdade, uma maneira de evitar o sono.
A notícia foi divulgada no site da revista americana “New Scientist”.
De acordo com Andrew Gallup e Gordon Gallup, da Universidade Estadual de Nova York em Albany, ao bocejar nós melhoramos a circulação de sangue e, com isso, a atenção.
Isso explica também porque o bocejo é tão contagioso. Ao "passar" de pessoa pra pessoa, ele ajudaria a melhorar a concentração de todo um grupo.
Os pesquisadores analisaram a respiração de 44 alunos de faculdade e contaram as vezes que cada um deles bocejou ao assistir filmes de outras pessoas bocejando.
Os estudantes tinham que respirar de uma de quatro formas: apenas pela boca, apenas pelo nariz, com um plugue tapando o nariz ou normalmente.
Entre os que respiraram normalmente, 50% bocejou ao ver outros bocejando.
Mas entre os que respiraram apenas pelo nariz, nenhum bocejou.
Também não bocejava quem assistia aos filmes com uma bolsa fria na testa.
Quem assistia com uma bolsa quente ou em temperatura ambiente bocejava normalmente.
De acordo com os pesquisadores, o cérebro trabalha melhor quando mais frio.
Respirar pelo nariz é mais eficiente para resfriar o cérebro, porque os vasos sanguíneos nasais enviam sangue frio para a cabeça.
Fonte: G1/SP