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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Palmada é lei...confisco dos filhos pelo estado.

Texto copiado do blog:
http://opica-pau.blogspot.com/2010/08/o-confisco-dos-filhos-pelo-estado.html#comment-form





O confisco dos filhos pelo Estado

O neném, de um ano, gatinha pela sala desbravando novos mundos que lhe vão ampliando o conhecimento, aproveitando o descuido dos adultos engajados em animada conversa. Após alguns metros de percurso, dois buraquinhos numa tomada lhe atiçam a curiosidade.

O que será isso? É a pergunta que lhe vem ao espírito, imersa, é verdade, na nebulosidade mental própria à sua muito tenra idade. Que tal enfiar ali o dedo para apalpar e compreender do que se trata?

Zeloso, por uma segunda natureza, o olhar materno detecta a situação que ameaça o juveníssimo e intui a iminência de um acidente. Célere, ainda sentada, a mãe procura evitar o perigo.

"Nãããooo. Não coloque o dedinho aí que você leva um choque."

Estacando e voltando seus olhos para a mãe, sem compreender direito, mas intuindo as palavras de advertência, olha de novo os buraquinhos da tomada e volta a olhar a fisionomia vigilante da mãe.

Desagradado pela interrupção da sua exploração, sobretudo movido pela curiosidade que o domina, o neném resolve continuar sua investida. Volta-se para os buraquinhos decidido a introduzir num deles o dedinho. Nova advertência, nova parada, nova recusa, nova tentativa.

A curiosidade invencível não o abandona, e ele não cede. “Vou colocar meu dedinho no buraquinho.” Resolve e avança.

Percebendo que suas advertências foram insuficientes, a mãe opta por empregar um recurso que poupe ao filho querido um desastre e lhe grave eficazmente o ensinamento na memória. Dá-lhe uma ponderada, mas não fictícia, palmada.

O neném chora (um choro nem sempre isento de tática psicológica), porém mais por perceber o desagrado da mãe do que pela dor do golpe.

Durante ulterior incursão, vê-se de frente aos dois buraquinhos. Vem a curiosidade, vem o desejo de introduzir o dedinho, mas vem também a lembrança da palmada. Ele desiste e se resigna a não introduzir o dedinho. Continua o seu caminho, ileso.

Por que ele conseguiu não colocar o dedinho na tomada?

A atitude da mãe indicando reprovação e zelo, somada à palmada (punição pela desobediência), deram-lhe uma força de auto domínio que ele não tinha. Além de incutir um senso de justiça verdadeiro, embora muito elementar.

Bendita palmada que, sendo equilibrada e justa, ajudou o pequeno a dominar-se e a vencer-se a si próprio.

Bendita a mãe que soube formar o seu filho ensinando-o a dominar-se e a dizer não a si mesmo, pois sem isso é impossível viver bem e ser bom. Esta mãe amou o seu filho.

Ninguém tem condições mais privilegiadas para fazer isso do que a mãe e o pai, no âmbito do lar. O governo jamais conseguirá proporcionar aos pequenos um ensinamento de tal qualidade, tão eficaz.

A lei contra as palmadas introduz dentro de casa um “olhar soturno do governo” que ficará perpetuamente entre os pais e a criança como um protetor dela contra eles. Criará a impressão de que, no fundo, os pais são maus e o Estado é bom. Salta aos olhos que o verdadeiro dono dos filhos será o Estado..

Pasmo ao imaginar que o Estado, favorável ao aborto, vira protetor dos filhos contra os pais!

Aliás, já existem leis preconizando a permanência dos filhos doze horas na escola logo a partir dos 3 ou 4 anos de idade. É a formação estatal, comunitária, igualitária, que torna a família desnecessária e a transforma em mera “chocadeira” para novos cidadãos.

Assim, o ditatorial PNDH 3 vai sendo executado sub-repticiamente visando jogar o Brasil no comunismo mais radical. Não nos iludamos, estamos na rampa para o abismo.

É preciso ser herói e não deixar-se arrastar.

obs: eu concordo e você?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Como vencer uma guerra...

...sem usar armas letais?
desviando a atenção do combate... sedando a infantaria (bebida)


sábado, 5 de julho de 2008

Letra da música -Quase nada-Zeca Baleiro

Música do vídeo aí em cima
A letra é pra quem visita e vai embora
não volta,não lembra...


Quase Nada - Zeca Baleiro
De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho

Será um atalho
Ou um desvio
De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho

Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo

Noite alta que revele
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada

Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo

Noite alta que revele
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada
Quase Nada - Zeca Baleiro
De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho

Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo

Noite alta que revele
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada