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terça-feira, 18 de junho de 2013

O Protesto como forma de mudar o Brasil !

Um país cansado de corrupção, de corporativismo, de desvios da verba pública...
Este 17/06/2013, é um recado
do povo para quem se ilude com o poder que lhe foi concedido
e que pode ser reclamado de volta.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Quanto dura uma bicicleta em New York?A bike in New York

Uma foto por dia 01º de janeiro até 31 de dezembro.Estará lá a bicicleta no final do ano? A cidade é Nova Iorque (New York) e a bicicleta possui acessórios como buzina,cesta,luzes e outros. A rua é Soho Street.Veja o que aconteceu no final... Last year, Red Peak Branding conducted a unique urban experiment for Hudson Urban Bicycles. On January 1, 2011 we chained a fully loaded bike - bells, basket, lights and more - to a post along a busy Soho street. We took a picture of the bike everyday for 365 days, watching it slowly vanish before our eyes. The photos we took were then turned into a daily calendar. We call this project LIFECYCLE: 365 days in the life of a bike in NYC

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ladrões se dão mal...thieves arrested by the people

domingo, 17 de agosto de 2008

Estão de olho na Amazônia...brasileiro leia e entenda.



As ONGs
Luiz Stefano Schirrmann
O papel social das ONGs releva-se ao terceiro setor; nem é governamental, nem é privado.


Na verdade as ONGs são um fenômeno que nasceu no âmbito internacional, logo se posicionando como terceiro setor, ou seja, se interpôs exatamente na lacuna entre os Governos das Nações e os Órgãos Intergovernamentais.


Assim, elas nasceram da necessidade de um elo permanente de intermediação rápido e informal eA razão de toda essa invocação sobre as ONGs é para demonstrar que não existem regras claras, nem controle governamental sobre as atividades delas, nem sobre os fundos que gerem, nem sobre a procedência deles, os fundos, nem delas, as ONGs, nem sobre a identidade dos participantes, enfim, um “coffin corner" absoluto entre as máquinas governamentais nacionais e os órgãos intergovernamentais.

Pronto! Logo elas encontraram um ponto de sustentação e uma incubadora, de onde passaram ao papel de intermediação informal e descompromissada entre as partes e, conseqüentemente, conseguiam aproximá-las e realmente aceleraram os processos e os ajustes de Governo a Governo, de Governo a Organizações Mundiais como a ONU, a OTAN, etc., de Organizações Mundiais e blocos econômicos, como a NAFTA, a ALCA, o MERCOSUL, a UNIÃO EUROPÉIA, o PACTO ANDINO, o CARICOM, a SADC, a ASEAN, a CEI, o EFTA e a ALADI e outros, inclusive interpondo-se no inter-relacionamento dos blocos entre si, e assim encontraram um espaço e uma razão para existirem.

Logo o exemplo foi seguido à exaustão. Nasceram e se multiplicaram em todos os níveis dos Governos e em todas as atividades civis. Hoje é, certamente, o terceiro setor social da humanidade; nem governamentais, nem privados.


A lógica é que elas não precisam prestar contas a ninguém. Os recursos são drenados até elas, que nem sempre cumprem com o seu papel social, e exatamente por isso, se tornam ótimos covis para o crime organizado - até para porão negro do próprio Estado.


O governo gosta muito disso, porque, enfim, ele simplesmente repassa o dinheiro. Se o objetivo não for alcançado não é culpa dele. Ele fez a sua parte e pagou pelo serviço e a culpa pela não execução é da ONG encarregada. E, como Pilatus apenas “lava as mãos”.


A razão de toda essa invocação sobre as ONGs é para demonstrar que não existem regras claras, nem controle governamental sobre as atividades delas, nem sobre os fundos que gerem, nem sobre a procedência deles, os fundos, nem delas, as ONGs, nem sobre a identidade dos participantes, enfim, um “coffin corner absoluto”.


A razão de toda essa reflexão sobre ONGs e pessoas é para simplesmente chegar à questão fundamental de tudo: “A AMAZÔNIA”, que merece que cada brasileiro individualmente lute e chore por ela.
Vê-se que no nordeste brasileiro têm-se mais de 14 milhões de brasileiros desnutridos, passando fome e sede. Na África a situação é semelhante ou pior. São pessoas morrendo em condições de extrema miserabilidade.
A fome é tanta que, como dizem os sertanistas, até os “ratos sumiram" e tomar água é luxo. Na maioria das vezes apenas “encharcam” a língua ou lambem a umidade.
E as ONGs onde estão?
E a “solidariedade humana”, grande chavão usado a exaustão, e que tanto moralizam, apregoam e defendem; para onde foi toda essa nobreza de sentimentos?
E a ajuda humanitária, que é o lema principal e o ponto de convergência das massas em torno delas, as ONGs, onde está?
Afinal o que se passa?
Sinceramente não estou entendendo nada!
Por que na Etiópia, na Somália, no Nordeste brasileiro, onde existem mais de 100 milhões de desnutridos, famintos e sedentos elas não existem, ou são poucas, ou são raras. As ONGs nacionais ou internacionais perderam o interesse na ajuda humanitária?
Por que mais de 350 ONGs internacionais se engalfinham na AMAZÔNIA, na pretensa defesa humanitária de apenas 350 mil índios, “que não são famintos, não são desnutridos, e nem passam sede e ou precisam de ajuda”? Tudo fazem em manifesto detrimento de mais de 100 milhões de vidas disperdiçadas dia-a-dia pela fome, pestes, doenças, sede, pela indignidade humana e pela falta do elementar do direito de assistência e do direito a vida.

Por que as ONGs internacionais vêm exigir aqui dentro tudo aquilo para o qual foram incompetentes para fazer em seus próprios países?
Por que os nossos políticos não têm o interesse patriótico para agirem a luz dos fatos? Será que não conseguem raciocinar com os bolsos vazios?
Tudo se resume no fato da AMAZÔNIA ser diferente de tudo.
Lá tem: ouro, cassiterita, tantalita, nióbio (do qual tanto depende o programa espacial dos Estados Unidos e Rússia, por ser essencial em face da sua formidável resistência à pressão e à temperatura).
Lá tem um dos maiores lençois petrolíferos do mundo, e uma das maiores reserva de gás natural do planeta, sem falar nas maiores jazidas de manganês, ferro, xisto do planeta.
Tem, na Reserva Raposa Serra do Sol em Roraima (e por isso todos os interesses inconfessos, disfarçados e manipulações a índios e a políticos canibais) a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, (suficientemente capaz de desestabilizar o mercado mundial do metal; e todos sabem que é dele que depende o lastreamento de qualquer moeda internacional. O ouro é quem sustenta as moedas no mundo – e um derrame do metal poderia gerar uma catástrofe jamais pensada pelos economistas; e, inclusive, se trata de um mercado dominado pela Inglaterra – que secularmente o regula e não se dispõe a perdê-lo).
Temos na Amazônia, também, o diamante (fartos e inexplorados também na Raposa Serra do Sol), as esmeraldas, os rubis, o cobre, o zinco, a prata.
Temos lá a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes e bilionários lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas, como o látex a madeira, enfim, flora e fauna, a água doce (onde 20% das reservas mundiais estão aqui, e que num futuro muito próximo será razão de guerras, como hoje é o petróleo e no passado foram as especiarias).
Enfim, é incomensurável a riqueza mineral lá existente.
Só para se ter idéia da grandiosidade dos números, que obviamente cintilam aos olhos vidrados dos predadores, veja a reportagem abaixo:
“Em recente curso na Escola Superior de Guerra, ficou claro para os participantes que o Brasil tem a mais rica área do planeta. Especula-se no mercado internacional que ela valha três trilhões de dólares. “Porém, se fosse regulamentada sua exploração, industrialização e comercialização, o valor chegaria a algo em torno de 33 trilhões de dólares.” [2] “14/3/2007 - 10h02min. (Obviamente isso é bem diferente do que disse um dos fundadores da ONG Cool Earth, o empresário Johan Eliasch, investigado pela Agência Brasileira de Inteligência – ABIN, onde declarou em palestras a investidores europeus que seriam necessários 50 bilhões de dólares para a compra da Amazônia.)

Estamos sendo invadidos por estrangeiros que em seus países de origem lutam contra a imigração e, inclusive recusam o desembarque de brasileiros, que constantemente são extraditados sem razão convicente, enquanto que, por outro lado, suas ONGS atraídas ao esbulho em nosso território

E o nordeste não tem nada disso; nem água tem por lá. Por isso não há ONGs estrangeiras ajudando ou tentando ajudar os famintos realmente necessitados.Tente entender! Há mais ONGs estrangeiras, indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias, a AIDS, o Ebola, os massacres e as minas terrestres.
Na África e no Nordeste não tem ninguém, mas lá na AMAZÔNIA se amontoam transvertidos de missionários, ou de bisonhos caçadores de borboletas (com o Dirceu Borboleta em O Bem Amado), que de borboletas não entendem nada, porque, ou são geólogos, ou botânicos, ou físicos,...E agora uma pergunta que não se cala: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?

O nordeste brasileiro e a África não têm riquezas, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando famintos; logo cai por terra o dito espírito da solidariedade. Baboseiras que encobrem ilicitudes inconfessáveis.
Tente entender isso, principalmente num momento em que a comunidade internacional questiona a soberania da Amazônia.
É uma reflexão deveras interessante!
Tudo isso é muito interessante; muito, muito!
E agora, qual é a tua opinião sobre as ONGs?

A AMAZÔNIA AGRADECE

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Roubo de carro-avise JÁ as viaturas da PRF

Caso tenha seu veiculo furtado, antes mesmo de registrar ocorrência na polícia, informe neste site o furto.
O comunicado às viaturas da DPRF é imediato: (na página da PRF clique na janela em azul e letras amarelas)
http://www.dprf.gov.br/?link=alerta

ou
http://www.dprf.gov.br/PortalInternet/index.faces?paginaDestino=alerta.faces



'Antes de imprimir, pense na sua responsabilidade com o Meio Ambiente'

domingo, 13 de julho de 2008

Carta aos bancos do Brasil.






 
CARTA AOS BANCOS DO BRASIL - NÃO DEIXE DE LER!!!
Esta carta foi enviada a alguns Bancos e deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. 

Tenho que prestar reverência à criatividade da
população brasileira que, apesar de ser altamente explorada, ainda consegue manter o bom humor. 
Não é fantástico?
 
CARTA ABERTA
AO 
Senhores Diretores , 
 

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia. 
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. 
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade. 
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? 
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. 
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. 
Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de
acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muitoprofissionalismo, claro. 
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco. 
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho. 
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri. 
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. 
Não satisfeitos, para ter acesso ao
pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. 
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'. 
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o
padeiro depois de abrir a padaria. 
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por
dentro'. 
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00. - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'. 
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros  (preços) mais altos do mundo. - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'. 
- Mas, os senhores são insaciáveis!!!. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer. 
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco. 
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma? 
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão
cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. 
Sei disso. 
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados. 
Sei que são legais. Mas, também sei que
são IMORAIS!!!!!
. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma IMORALIDADE !!!. 
Repassem esta msg pra seus contatos, quem sabe, muda alguma coisa? É como diz o velho ditado: a esperança é a última que morre!



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'Para compreender as pessoas devo tentar escutar o que elas não estão dizendo, o que elas talvez nunca venham a dizer'.(John Powell )
Recebido por e-mail da amiga MárciaL.S.