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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

flagrantes e fotos do mundo...dezembro

the dogs knows...

Pizza!




still there in the same place...since '60s

Russia - dec 2012

children today









sábado, 3 de março de 2012

As "fotos"e flagrantes de hoje...maybe you like it...




Vício é vício - Alemanha.


"não alimente"


Cada pai...mãe...



Bus stop for athletes only.
Ponto de ônibus,só se você "estiver em forma."


Like a Boss.



naquele tempo atleta fumava...
smoking and ridding...





Ele é brasileiroe não desiste nunca!


















domingo, 31 de agosto de 2008

O Brasil que já não pertence ao seu povo...


Leia no site e entenda:
Incrível esta história e tudo indica que se o governo bobear, perderemos metade do
nosso país.Evidências,quase confronto,pessoas armadas,mercenários...É preciso agir
antes que o país se transforme numa nova colônia, dominada por outro povo colonizador.

http://www.visaopanoramica.com/2008/08/27/serra-sol-riquezas-e-raposas/
Serra-Sol-Riquezas-e-Raposas-O-STF-decide-sobre-a-demarcacao-da...e mercenários infil
trados em ONGS se espalham dentro da Amazônia.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO

Enviada para mim pelo Sr. Silvio L.
REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM

50.000 PARTICIPANTES
Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'

Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro -
Rio de Janeiro - RJ


'PÁTRIA MADRASTA VIL'

Onde já se viu tanto excesso de falta?
Abundância de inexistência... Exagero de escassez...
Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país!
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a

abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de

responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e

friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que
não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para

madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'.
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado

uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão,
se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir.
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do

problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade.
Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade,
ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha,
acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar l
iberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias,
que quebrem esse sistema-esquema social montado;mudanças que não

sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição.
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí.
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito.
Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da

igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo

burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide

social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo

para aliviar nossa culpa)...
Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de

dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,

possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra?
De que serve uma mãe que não afaga?
E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente,
a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil?
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil?
Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente... Ou como bicho?


Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em
julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'.


A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem
textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.





quarta-feira, 30 de julho de 2008

Concordo mais que plenamente ...

Clique na imagem para poder ler a mensagem!

Vamos cair na real.O mundo não precisa de Barbies perfeitas e outros bonecos.O mundo precisa de pessoas boas, justiça eficaz, menos corrupção, trabalho para todos, caridade, amor entre as pessoas, menos violência, esperança e fé num futuro melhor.
Faça a sua parte,tudo começa em você, em mim, em todos nós.
(Imagem e texto enviado pelo amigo Sílvio L. )

terça-feira, 29 de julho de 2008

Sobre amigos...(às vezes não enxergamos/abandonamos os melhores amigos)



Aprendi que não importa quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.
Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir você de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isto.
Aprendi que falar pode aliviar dores emocionais. Calar nos torna mais amargos, e com isso perdemos mais alguns segundos da nossa vida. Por isso desabafar é preciso.
Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias. E mesmo que tenham longos períodos de silêncio... Afinal, amigos de verdade não somem; apenas desaparecem de vez em quando para ressurgirem mais adiante!
Aprendi que você pode fazer coisas num instante, das quais se arrependerá pela vida inteira. E, embora ache que aprendeu, vai errar novamente, só não sabe quando, nem como. Mas terá aprendido mais alguma coisa.
Aprendi que o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
Aprendi que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam.
Aprendi que as pessoas com quem você mais se importa na vida, são tomadas de você muito depressa. Mas se você souber cultivar essas amizades, elas serão perpétuas.
Aprendi que devemos nos despedir, sempre, das pessoas que amamos, com palavras amorosas. Pode ser a última vez que as vejamos. E então, não teremos mais tempo para nos arrependermos das palavras que não dissemos, do ombro que precisou de nós e não pudemos oferecer, e de não termos ouvido, quando, certamente, essa pessoa mais poderia estar precisando.
Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. E sempre que nos for possível devemos mudar.
Aprendi que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer. Afinal podemos não ter outra chance.
Aprendi
que não importa
até onde já cheguei,

mas para onde estou indo
.

I learn a lot of things with friends...mistakes,circumstances,ambient,long distance,wrong words,cold relations,all of this things have influence about
us and our friends.Do the best you can, because maybe you have no other chance!

Obrigado ao amigo Silvio L. por ter me colocado em contato como o site
www.planetamais.com.br

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Brasil :Hoje...?


Esta reportagem tenho arquivada há mais de 4 anos.De lá para cá, será que alguma coisa mudou nesta estatistica?Sei não...